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DIVULGAÇÃO
A voz das crianças e jovens na educação
Docentes dos Grupos 100, 110, 120, 910 - Escola dos Caliços
ACD
3.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Analisar criticamente as diferentes formas de participação e de “voz” das crianças e dos jovens em contextos educativos, reconhecendo riscos de instrumentalização e de participação meramente simbólica.
Compreender a voz dos alunos como recurso pedagógico, distinguindo escuta, consulta e influência na ...
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Ref. ACDnº 35-25/26 Inscrições abertas até 18-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAE-ALS-ACD-15-25/26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 19-03-2026
Fim: 19-03-2026
Regime: e-learning
Local: On-line
Formador
Sérgio Miguel Protásio Gaitas
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Albufeira
Enquadramento
Analisar criticamente as diferentes formas de participação e de “voz” das crianças e dos jovens em contextos educativos, reconhecendo riscos de instrumentalização e de participação meramente simbólica. Compreender a voz dos alunos como recurso pedagógico, distinguindo escuta, consulta e influência na tomada de decisões relacionadas com o ensino e a aprendizagem. Identificar possibilidades concretas de integração da voz dos alunos nas práticas pedagógicas, respeitando os limites profissionais, curriculares e organizacionais da escola.
Objetivos
Analisar criticamente as diferentes formas de participação e de “voz” das crianças e dos jovens em contextos educativos, reconhecendo riscos de instrumentalização e de participação meramente simbólica. Compreender a voz dos alunos como recurso pedagógico, distinguindo escuta, consulta e influência na tomada de decisões relacionadas com o ensino e a aprendizagem. Identificar possibilidades concretas de integração da voz dos alunos nas práticas pedagógicas, respeitando os limites profissionais, curriculares e organizacionais da escola.
Conteúdos
A voz das crianças e dos jovens na educação: enquadramento conceptual e político. Limites e riscos das abordagens à voz dos alunos: tokenismo, consulta sem influência e uso instrumental. A participação dos alunos e a tomada de decisões pedagógicas. O modelo de Lundy: condições para uma voz com impacto (espaço, voz, audiência e influência). A voz pedagógica: implicações para o ensino, a aprendizagem e a avaliação. Desafios e tensões na integração da voz dos alunos nas práticas docentes.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-03-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Avaliação Pedagógica I: Projetos de Intervenção nos domínios do ensino, aprendizagem e avaliação
4 sessões na E. S. Albufeira (Alpoente) + 3 sessões na E. S. Lagoa (Espamol)
Oficina
50.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do sucesso escolar. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao ...
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Ref. Açãonº 32-25/26 Inscrições abertas até 20-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138601/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 23-03-2026
Fim: 27-05-2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Albufeira + Escola Secundária de Lagoa
Formador
Fernanda Maria Nobre Lamy Jerónimo
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do sucesso escolar. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao nível do currículo, assumindo um dos seus princípios orientadores: a afirmação da avaliação das aprendizagens como parte integrante da gestão do currículo enquanto instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens. Refere ainda o caráter formativo da avaliação pedagógica como um dos pilares da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Importa, pois, que os professores consolidem estas mudanças de modo contextualizado e que aprofundem competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens, nomeadamente, através de desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação. Deste modo, visa-se capacitar e apoiar os docentes para a construção dos recursos inovadores necessários e ajustados aos seus contextos educativos específicos, promovendo-se ainda a implementação e análise dos mesmos, tendo em vista o seu aperfeiçoamento ou reformulação.
Objetivos
- Contribuir para o desenvolvimento de competências e conhecimentos no domínio da avaliação, em geral, e da avaliação pedagógica, em particular, congruentes com o real conteúdo das orientações constantes nos documentos legais; - Promover práticas de trabalho colaborativo e cooperativo na construção e desenvolvimento de projetos de avaliação pedagógica em contexto de sala de aula; - Elaborar recursos educativos de suporte ao desenvolvimento dos projetos de avaliação pedagógica; - Permitir a troca de materiais e experiências, o esclarecimento de dúvidas e a geração de ideias e projetos de natureza pedagógica e didática; - Incrementar práticas de formação de natureza investigativa que confiram competências aos professores para lidar com a mudança e a inovação no âmbito da avaliação pedagógica.
Conteúdos
1. Enquadramento curricular: documentos de referência 3 horas; 2. Natureza e Fundamentos da Avaliação - 1 hora; 3. Avaliação formativa e avaliação sumativa - 4 horas; 4. Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores- 4 horas; 5.Aprendizagens Essenciais, Critérios de avaliação, Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards. - 4 horas; 6. Processos de recolha de informação - 4 horas; 7. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos e materiais desenvolvidos no âmbito da oficina - 5 horas.
Metodologias
Presencial: No âmbito das sessões presenciais, os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de projetos e de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo pretende-se que seja realizado em contexto real de aprendizagem com o desenvolvimento e a aplicação dos projetos pedagógicos e didáticos, assim como dos materiais elaborados numa lógica de investigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática.
Avaliação
De acordo com o RJFCP Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.
Bibliografia
Brookhardt, S. (2013). How to create rubrics for formative assessment and grading. ASCD: Alexandria, Virginia.Brookhardt, S. (2008). How to give effective feedback to your students. ASCD: Alexandria, Virginia.Fernandes, D. (2011). Articulação da aprendizagem, da avaliação e do ensino: Questões teóricas, práticas e metodológicas. J. M. DeKetele & M. P. Alves (Orgs.), Do currículo à avaliação, da avaliação ao currículo, pp. 131-142. Porto: Porto Editora. [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6988]Fernandes, D. (2004). Avaliação das aprendizagens: Uma agenda, muitos desafios. Cacém: Texto Editores [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/5509]
Observações
Vagas - 20
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 4 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 7 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Metodologias do Projeto Artístico: Criatividade e Inclusão em Sala de Aula
Oficina
50.0 horas
b-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
A proposta desta ação articula-se com os objetivos do Plano Nacional das Artes (PNA), ao promover uma prática educativa transformadora e interdisciplinar, centrada no papel da arte como catalisadora de competências para o século XXI. O PNA sublinha a necessidade de desenvolver uma escola cultural, aberta e ...
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Ref. Açãonº 33-25/26 Inscrições abertas até 15-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134134/25
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 28-04-2026
Fim: 28-05-2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária de Silves + On-line
Formador
Carlos Miguel Ricardo Gonçalves
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A proposta desta ação articula-se com os objetivos do Plano Nacional das Artes (PNA), ao promover uma prática educativa transformadora e interdisciplinar, centrada no papel da arte como catalisadora de competências para o século XXI. O PNA sublinha a necessidade de desenvolver uma escola cultural, aberta e inclusiva, em que as artes sejam integradas como elemento transversal no currículo escolar. Assim, a presente ação responde à necessidade de capacitar professores para integrar as metodologias do projeto artístico no contexto didático com especial atenção e promoção de uma prática inclusiva e interdisciplinar. Tal objetivo pode permitir alunos mais criativos, mais autónomos e mais críticos, atendendo assim às exigências impostas pelas prioridades na formação continua para melhorar a qualidade do ensino e o desenvolvimento profissional do professor. Portanto, a ação apresenta uma solução prática para desafios particulares, como a inclusão de alunos com necessidades especificas e a articulação entre áreas do conhecimento, utilizando o projeto artístico como metodologia de trabalho com vista a promover a sensibilização e a inovação (desenvolvimento da educação cultural e artística como pilar do ensino; interdisciplinaridade e trabalho colaborativo; inclusão e acessibilidade; promoção da autonomia e da expressão criativa; ação local e impacto global).
Objetivos
Capacitar os professores na aplicação de metodologias de projeto artístico que promovam a criatividade, a interdisciplinaridade e a inclusão em sala de aula. Desenvolver competências para planear, implementar e avaliar projetos artísticos alinhados às necessidades e interesses dos alunos. Estimular a integração de práticas artísticas como ferramentas pedagógicas em todas as áreas do currículo escolar. Promover estratégias inclusivas que possibilitem a participação ativa de alunos com diferentes perfis e capacidades. Fomentar a reflexão crítica sobre o impacto dos projetos artísticos no processo de ensino-aprendizagem e na formação integral dos alunos. Incentivar a utilização de recursos digitais e analógicos no desenvolvimento de práticas pedagógicas inovadoras. Criar um ambiente de partilha e colaboração entre os participantes, fortalecendo o trabalho coletivo e o intercâmbio de ideias.
Conteúdos
Introdução às Metodologias de Projeto Artístico Definição e importância dos projetos artísticos como estratégia educativa. Benefícios da abordagem interdisciplinar e inclusiva. Planeamento e Organização de Projetos Artísticos Identificação de objetivos educacionais e artísticos específicos. Seleção de temas relevantes e motivadores para os alunos. Estruturação do projeto: etapas, cronograma e recursos necessários. Técnicas de Criatividade e Geração de Ideias Utilização de ferramentas como brainstorming e mind mapping. Estímulo à criatividade e inovação no contexto educativo. Adaptação e Inclusão em Projetos Artísticos Práticas inclusivas para alunos com diferentes necessidades. Colaboração entre alunos regulares e de educação especifica. Implementação Prática e Acompanhamento Orientações para a execução prática do projeto artístico. Monitoramento do progresso e ajustes necessários. Avaliação Formativa e Reflexão Crítica Critérios de avaliação focados no processo e no resultado final. Reflexão sobre o impacto do projeto na aprendizagem dos alunos. Divulgação e Apresentação de Projetos Estratégias para comunicar os resultados do projeto à comunidade escolar. Organização de eventos de exposição e exteriorização dos trabalhos realizados. Encerramento e Avaliação Final Apresentação dos projetos desenvolvidos pelos formandos. Avaliação final da formação e discussão sobre as aprendizagens e próximos passos.
Avaliação
A avaliação será expressa nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º, do Despacho n.º 4595/2015, e terá em consideração: Participação e Contribuição Qualitativa (20%): Envolvimento nas discussões e atividades práticas, com foco na relevância das contribuições em fóruns e dinâmicas coletivas, presenciais ou online. Trabalho Autónomo e Reflexão (30%): Desenvolvimento de tarefas práticas, registo reflexivo sobre o processo formativo e documentação do projeto, evidenciando a aplicação das metodologias aprendidas. Projeto Final (50%): Planeamento e execução de um projeto artístico, incluindo objetivos claros, estratégias inclusivas e criatividade. A apresentação final será avaliada quanto à clareza, inovação e impacto pedagógico.
Bibliografia
Anderson, T., & Guyas, A. (2021) Art Education for Social Justice. National Art Education Association.Clapp, E. P., & Jimenez, R. (2022) Maker-Centered Learning: Empowering Young People to Shape Their Worlds. Jossey-Bass.Cunha, T. C., & Oliveira, A. M. (2023) Educação Artística e Inclusiva: Práticas e Reflexões Contemporâneas. Editora Pimenta Cultural.Plano Nacional das Artes (2024) Arte e Educação: Práticas Transformadoras nas Escolas. Ministério da Educação e Ministério da Cultura.UNESCO. (2021) Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação. UNESCO.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 22:30 | 4:30 | Online assíncrona |
| 6 | 18-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online assíncrona |
| 7 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 28-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Diversificar materiais com a IA
Docentes do 3.º Ciclo/Secundário da EBSA (Grupos 500, 510, 520, 530, 620)
ACD
6.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na ...
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Ref. ACDnº 41-25/26 Inscrições abertas até 25-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAE-ALS-ACD-39-25/26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 29-04-2026
Fim: 20-05-2026
Regime: e-learning
Local: On-line
Formador
Rita Pais e Silva dos Santos Guimarães
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.
Objetivos
1. Perceber a importância da utilização de tecnologia na educação 2. Conhecer o conceito de Inteligência Artificial Generativa 3. Reconhecer algumas das formas de utilização 4. Rentabilizar a utilização de prompts contextualizados 5. Conhecer aplicações de IA 6. Debater e refletir sobre os aspetos da IA e a Ética em contexto educativo; 7. Refletir sobre a aplicabilidade na Escola 8. Testar e experimentar ferramentas de IA
Conteúdos
Introdução de sensibilização para a integração da IA na Escola Conhecer alguns dos conceitos sobre IA e Identificar diferentes tipos de IA; Debater e refletir sobre os aspetos da IA e a Ética em contexto educativo; Conceito de Chatbot e de prompt. Técnicas de prompting Exercícios práticos de aplicação. Criação de prompts contextualizadas. Conhecer diferentes aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras); Criar recursos com ferramentas de IA. Utilizar a IA para a diferenciação pedagógica Realização de exercícios práticos sobre os aplicativos apresentados Partilha de resultados.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME

