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DIVULGAÇÃO
Aprendizagens essenciais de Matemática para o 1.º ciclo do Ensino Básico
Oficina
50,0 horas
Presencial
Professores do grupo de recrutamento 110
No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo:
a) ...
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Ref. Ação07-26/27 Inscrições abertas até 18 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134548/25
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 21 de Setembro de 2026
Fim: 10 de Maio de 2027
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Silves
Formador
António Manuel da Conceição Guerreiro
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Universidade do Algarve
Enquadramento
No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 110 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática no Ensino Básico, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.
Objetivos
No final da formação, os professores participantes devem: Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; Estar dotados do conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 1.º ciclo do Ensino Básico.
Conteúdos
Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.
Bibliografia
Canavarro, A. P. (2009). O pensamento algébrico na aprendizagem da Matemática dos primeiros anos. Quadrante, 16(2), 81-118.Canavarro, A. P., Oliveira, H., & Menezes, L. (2012). Práticas de ensino exploratório da matemática: O caso de Célia. In A. P. Canavarro, L. Santos, A. Boavida, H. Oliveira, L. Menezes, & S. Carreira (Eds.), Investigação em Educação Matemática Práticas de ensino da Matemática, Livro de Atas do Encontro de Investigação em Educação Matemática EIEM2012 (pp. 255-266). Castelo de Vide: SPIEM.NCTM (2017). Princípios para a Ação. Lisboa: APM.Educação e Matemática, 2022, nº 162 (número temático sobre pensamento computacional)Henriques, A., & Oliveira, H. (2012). Investigações estatísticas. Um caminho a seguir? Educação e Matemática, 120, 3-8.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-09-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 23-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 11-01-2027 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 25-01-2027 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 22-02-2027 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 08-03-2027 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 12-04-2027 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 9 | 26-04-2027 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 10 | 10-05-2027 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Capacitação Digital de Docentes - Nível 1
Oficina
50,0 horas
Presencial
Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação ...
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Ref. Açãonº 04-26/27 Inscrições abertas até 18 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123840/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 22 de Setembro de 2026
Fim: 24 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Albufeira (Albufeira Poente)
Formador
Isabel da Silva Costa Barata Feio
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 1) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 1 (A1/A2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (B1/B2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - capacitar os docentes para a implementação de atividades promotoras da aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos.
Conteúdos
1. Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital. 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. Utilização de RED interativos. 4. Ensino e Aprendizagem: Exploração de estratégias de ensino e de aprendizagem digital. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Avaliação das aprendizagens: Exploração de estratégias de avaliação digital. Melhoria das abordagens de avaliação através de soluções digitais. 6. CD dos Alunos: Exploração de estratégias de promoção e uso pedagógico de tecnologias digitais. Utilização de ferramentas e estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da CD dos alunos. 7. Planificação de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino.
Metodologias
Presencial: As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Trabalho Autónomo: Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfMinistério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME
Observações
Vagas - 20 (A distribuir pelos 07 Agrupamentos) Esta Ação destina-se a docentes que ainda não frequentaram com aproveitamentos Oficinas de Capacitação Digital (Níveis 1, 2 e 3).
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 9 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 10 | 24-11-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
As lideranças na promoção de ambientes educativos inclusivos
Curso
25,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial, do grupo de recrutamento 360
Inclusão, equidade, cooperação, solidariedade, responsabilidade e interligação, são conceitos-chave que enformam as políticas e as práticas educativas. Assegurar o direito de todos à educação é garantir acesso, presença, participação e sucesso em processos educativos de qualidade.
Os atores educativos, ...
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Ref. Açãonº 09-26/27 Inscrições abertas até 20 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134279/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 22 de Setembro de 2026
Fim: 3 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Albufeira (Albufeira Poente)
Formador
Ana Paula Rodrigues Vieira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial, do grupo de recrutamento 360
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial, do grupo de recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Inclusão, equidade, cooperação, solidariedade, responsabilidade e interligação, são conceitos-chave que enformam as políticas e as práticas educativas. Assegurar o direito de todos à educação é garantir acesso, presença, participação e sucesso em processos educativos de qualidade. Os atores educativos, nomeadamente lideranças de topo e intermédias, são figuras essenciais na educação e na transformação social. Acolher e apoiar todos os alunos, independentemente das suas capacidades e exigências, são dois compromissos éticos e profissionais indiscutíveis. Uma escola inclusiva exige uma liderança eficaz, capaz de apoiar e promover o envolvimento de toda a comunidade escolar. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.
Objetivos
Identificar práticas de gestão e organização pedagógica, de topo e intermédias, à luz dos normativos/documentos de referência sobre políticas de inclusão Explorar fatores que se constituem como obstáculo à inclusão na escola e sociedade Consolidar uma perspetiva de abordagem integrada de práticas que concorrem para a inclusão Refletir sobre a relevância das aprendizagens informais, os meios de as incorporar na promoção de ambientes educativos favoráveis à participação de alunos na condução do processo educativo Promover estratégias de otimização da participação dos alunos na vida da escola Elencar mecanismos de promoção do envolvimento das famílias na criação de ambientes inclusivos Refletir sobre o papel das lideranças na criação de ambientes promotores de aprendizagens não-formais e informais consistentes com os objetivos da educação inclusiva Equacionar os termos da cooperação interinstitucional em ordem à inclusão Refletir sobre instrumentos de monitorização das práticas de inclusão
Conteúdos
1. Enquadramento teórico e normativo 1.1. Quadro conceptual Os direitos humanos e as políticas de inclusão. Justiça distributiva e éticas do cuidado. Tradução dos princípios de justiça em direitos e capacidades. O projeto Strength Through Diversity e a diversidade dos públicos na educação escolar: dimensões da diversidade; abordagens multinível da diversidade em educação. 1.2. Quadro normativo de referência Os Decretos-Leis nº 54/2018 de 6 de julho (na sua redação atual) e n.º 55/2018, de 6 de julho (e respetivas Portarias). O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Autonomia e responsabilidade dos decisores locais: interpretação dos normativos; as margens de autonomia potenciada pela portaria n.º 181/2019, de 11 de junho, na sua redação atual. Documentos curriculares e instrumentos de autonomia dos AE/ENA. 1.3. Dimensões organizacionais das políticas de inclusão exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 1.1. e 1.2.] 2. Concretização das políticas de inclusão 2.1 As escolas e as práticas A inclusão em contexto: modelos educativos e conceções de cidadania e equidade. 2.2. Os agentes sociais das práticas de inclusão Pessoas, instituições, ambientes de aprendizagem. Cooperação interinstitucional em ordem à inclusão. 2.3. Os recursos para a inclusão A identificação e gestão dos recursos (humanos, materiais, institucionais) e a sua potencialização na promoção da escola inclusiva. 2.4. Contextos de interação socioeducativa na perspetiva da inclusão: a sala de aula e o resto exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 2.1., 2.2. e 2.3.] 3. Conhecer, partilhar, decidir 3.1. Conhecer e cooperar com as pessoas e as instituições 3.2. Conhecer, estimular e proteger as crianças e jovens: princípios, métodos, instrumentos 3.3. Conhecer para transformar: dos instrumentos de suporte à monitorização às modalidades de participação de professores, pais e alunos nos processos de decisão exercício exploratório [trabalho com os formandos, orientado pela abordagem prévia dos pontos 3.1. e 3.2.] 4. Avaliação Apresentação e discussão dos trabalhos/produtos finais dos formandos
Metodologias
Exploração dos temas propostos, com adequado suporte teórico. Reflexão, análise e discussão em grupo, com recurso a fontes documentais pertinentes. Debate em plenário. Elaboração individual de trabalho/produto final da ação, em função dos interesses dos formandos.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em: Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECD iLibrary (oecd-ilibrary.org)Eurydice (2020). A equidade na educação escolar na Europa (trad. Lisboa: DGEEC/Unidade portuguesa de Eurydice). Disponível em: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/517ee2ef-4404-11eb-b59f-01aa75ed71a1/language-ptEuropean Agency for Special Needs and Inclusive Education (2021). Inclusive School Leadership: A Tool for Self-Reflection on Policy and Practice. (M. Turner-Cmuchal, E. Óskarsdóttir and M. Bilgeri, eds.). Odense, Denmark. Disponível em: https://www.european-agency.org/sites/default/files/SISL_Self-Reflection_Tool.pdfPereira, F. (Coord.). (2018). Para uma Educação Inclusiva. Manual de Apoio à Prática. Lisboa. Ministério da Educação. Direção-Geral da Educação. Disponível em: https://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdfUNESCO (2022). Reaching out to all learners: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO, IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 12-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 03-12-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ensino e aprendizagem com TIC nas Línguas Estrangeiras
Curso
20,0 horas
Presencial
Professores dos Grupos 210, 220, 310, 320, 330, 340 e 350
A lecionação dos programas das línguas requer o domínio dos seus conteúdos, das técnicas de produção, e utilização de diversos materiais de apoio à docência, e de avaliação (segundo os critérios adotados pelo agrupamento). Assim, torna-se necessário conhecer, produzir e saber aplicar os instrumentos ...
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Ref. Açãonº 10-26/27 Inscrições abertas até 20 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-103519/19
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 20,0 horas
Início: 28 de Setembro de 2026
Fim: 24 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Albufeira (Albufeira Poente)
Formador
Paula Isabel Simão Dias Espírito Santo
Destinatários
Professores dos Grupos 210, 220, 310, 320, 330, 340 e 350
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 210, 220, 310, 320, 330, 340 e 350. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 210, 220, 310, 320, 330, 340 e 350.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A lecionação dos programas das línguas requer o domínio dos seus conteúdos, das técnicas de produção, e utilização de diversos materiais de apoio à docência, e de avaliação (segundo os critérios adotados pelo agrupamento). Assim, torna-se necessário conhecer, produzir e saber aplicar os instrumentos pedagógicos (recorrendo, por exemplo, às novas tecnologias, essenciais à lecionação) ao mesmo tempo que se trabalham conteúdos e partilham materiais produzidos. Deste modo, torna-se pertinente concertar materiais, estratégias e metodologias de ensino entre professores do mesmo departamento, de modo a fomentar a troca de experiências e saberes, que culminará no enriquecimento pessoal e profissional e no consequente aumento da autoconfiança.
Objetivos
- Concertação de atitudes e procedimentos pedagógicos entre os diversos grupos de lecionação; - Manuseamento de algumas aplicações e programas informáticos, tais como Excel, Word, Moodle ou Google Drive; - Produção de materiais didáticos e de avaliação comuns para a prática letiva (testes, fichas, apresentações de conteúdos em diversos suportes, grelhas de avaliação); - Partilha dos materiais produzidos e reflexão conjunta. - Troca de experiências entre professores do mesmo departamento; - Consolidação do espírito de grupo e da capacidade de interagir; - Desenvolvimento das capacidades científico-pedagógicas; - Alteração de práticas letivas; - Fomento da autoestima e da autoconfiança dos professores.
Conteúdos
- Análise dos conteúdos programáticos das áreas curriculares de Português, Inglês, Alemão, Francês e Espanhol; - Estratégias comuns na lecionação dos conteúdos programáticos e na sua avaliação; - Aplicações e programas informáticos, tais como Excel, Word, Moodle ou Google Drive. - Produção de materiais didáticos e de avaliação comuns para a prática letiva (testes, fichas, apresentações de conteúdos em diversos suportes, grelhas de avaliação); - Partilha dos materiais produzidos e reflexão conjunta.
Metodologias
- Apresentação de estratégias/metodologias a utilizar com recurso a diversos programas informáticos, para produção e partilha de materiais didáticos e de avaliação; - Criação de subgrupos de trabalho, segundo as áreas curriculares; - Face aos conteúdos programáticos, definição, pelos grupos formados, da sequência do trabalho e distribuição de tarefas, de forma a assegurar a participação e o contributo de todos; - Planificação conjunta; - Produção de materiais didáticos e/ou de avaliação; - Utilização dos materiais produzidos na prossecução da avaliação dos alunos e respetiva uniformização de procedimentos; - Apresentação dos materiais produzidos e consequente reflexão e análise (sessão final).
Avaliação
- Avaliação Quantitativa, na escala de 1 a 10 valores, de acordo com critérios e indicadores definidos pelo CFAE: - Processo de formação (assiduidade e participação nas sessões) 40 % - Produto da formação (construção de material didático, para aplicação em sala de aula - 40 % - Reflexão Crítica Individual - 20 %
Bibliografia
- Manuais escolares (5º ao 12.º anos).- Programas, do Ensino Básico e Secundário das disciplinas de Línguas.- Afonso, C. (2010). Didáctica de Línguas Estrangeiras Objectivos, conteúdos e metodologia. Edições Pedago.- Melo-Pfeifer, S. (2016). Didática do Português - Língua de Herança. Edição Lídel.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 6 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 7 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 9 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 10 | 24-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
A Educação no sistema de Proteção das Crianças e Jovens em Risco - Estudo de Casos
Docentes do Agrupamento de Escolas Albufeira Poente
ACD
3,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Ref. ACDnº 04-26/27 Inscrições abertas até 30 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD-CFAE-ALS-04-2026-27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 6 de Outubro de 2026
Fim: 6 de Outubro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Albufeira (Albufeira Poente)
Formador
Tânia Patrícia Barros Batista
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CPCJ de Albufeira
Objetivos
- Identificar os diferentes níveis de intervenção no Sistema de Promoção e Proteção. - Articular o Estatuto do Aluno com a intervenção da CPCJ. - Promover a garantia dos Direitos da Criança em todos os Contextos de Vida.
Conteúdos
- A Convenção sobre os Direitos da Criança. - O Sistema de Promoção e Proteção de Crianças e Jovens: A Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo. A Lei Tutelar Educativa. - As Entidades do Sistema de Promoção e Proteção de Crianças e Jovens: As entidades com competência em matéria de infância e juventude: as Escolas. As Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo. Os Tribunais - Comunicação à CPCJ.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
A Educação no sistema de Proteção das Crianças e Jovens em Risco - Estudo de Casos
Docentes do Agrupamento de Escolas de Albufeira (EBSA)
ACD
3,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Ref. ACDnº 05-26/27 Inscrições abertas até 30 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD-CFAE-ALS-04-2026-27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 7 de Outubro de 2026
Fim: 7 de Outubro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Básica e Secundária de Albufeira (EBSA)
Formador
Tânia Patrícia Barros Batista
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CPCJ de Albufeira
Objetivos
- Identificar os diferentes níveis de intervenção no Sistema de Promoção e Proteção. - Articular o Estatuto do Aluno com a intervenção da CPCJ. - Promover a garantia dos Direitos da Criança em todos os Contextos de Vida.
Conteúdos
- A Convenção sobre os Direitos da Criança. - O Sistema de Promoção e Proteção de Crianças e Jovens: A Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo. A Lei Tutelar Educativa. - As Entidades do Sistema de Promoção e Proteção de Crianças e Jovens: As entidades com competência em matéria de infância e juventude: as Escolas. As Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo. Os Tribunais - Comunicação à CPCJ.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. ACDnº 03-26/27 Inscrições abertas até 31 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD-CFAE-ALS-03-2026-27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 3 de Novembro de 2026
Fim: 3 de Fevereiro de 2027
Regime: e-learning
Local: On-line
Formador
José Maria Araújo Martins
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Associação Hypatiamat - Matemática para aprender, explorar e descobrir
Objetivos
O Projeto Hypatiamat parte de uma interface tecnológica visando capitalizar a familiaridade dos alunos e o seu gosto por este tipo de ambientes. Esta ACD, centra-se nos diferentes tópicos contemplados no atual Programa de Matemática para o 1.º e 2.º CEB e nas aprendizagens essenciais, com recurso às diferentes valências da plataforma HYPATIAMAT (https://www.hypatiamat.com). Assim: Pretende-se munir os professores de uma ampla variedade de recursos digitais e outros, que, depois de serem por eles analisados e explorados, possam vir a ser aplicados na sala de aula, com vista à promoção do desenvolvimento matemático dos seus alunos. Espera-se que, no final desta ACD, os participantes se sintam implicados e capacitados na utilização desta plataforma no ensino/aprendizagem da matemática na sala de aula como recurso para melhorar o rendimento escolar dos seus alunos nesta disciplina.
Conteúdos
O Projeto Hypatiamat pretende contribuir para a promoção do sucesso escolar dos alunos na disciplina de matemática capitalizando o gosto natural que estes têm por ambiente tecnológicos. Para tal, construiu uma plataforma com diferentes e diversificados recursos (apps, jogos, pdfs de apoio, guiões, vídeos, entre outros…) centrados no ensino/aprendizagem da Matemática no Ensino Básico. Nesta ACD, faremos, em primeiro lugar, uma visita guiada a esta plataforma, destacando as suas potencialidades quer para alunos, quer para professores e encarregados de educação. De seguida, os formandos serão convidados a explorar uma ou várias das aplicações da plataforma Hypatiamat com o objetivo de utilizar posteriormente em sala de aula. É objetivo desta ação dar a conhecer um conjunto de recursos (digitais e outros) e estimular a utilização destes nas salas de aula.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 03-02-2027 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
A Educação no sistema de Proteção das Crianças e Jovens em Risco - Estudo de Casos
Docentes do Agrupamento de Escolas de Ferreiras
ACD
3,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Ref. ACDnº 06-26/27 Inscrições abertas até 31 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD-CFAE-ALS-04-2026-27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 11 de Novembro de 2026
Fim: 11 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Sede do Agrupamento de Escolas de Ferreiras
Formador
Tânia Patrícia Barros Batista
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CPCJ de Albufeira
Objetivos
- Identificar os diferentes níveis de intervenção no Sistema de Promoção e Proteção. - Articular o Estatuto do Aluno com a intervenção da CPCJ. - Promover a garantia dos Direitos da Criança em todos os Contextos de Vida.
Conteúdos
- A Convenção sobre os Direitos da Criança. - O Sistema de Promoção e Proteção de Crianças e Jovens: A Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo. A Lei Tutelar Educativa. - As Entidades do Sistema de Promoção e Proteção de Crianças e Jovens: As entidades com competência em matéria de infância e juventude: as Escolas. As Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo. Os Tribunais - Comunicação à CPCJ.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Avaliação Pedagógica I: Projetos de Intervenção nos domínios do ensino, aprendizagem e avaliação
4 sessões na E. S. Albufeira (Alpoente) + 3 sessões na E. S. Lagoa (Espamol)
Oficina
50,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do sucesso escolar. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao ...
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Ref. Açãonº XX-26/27 Inscrições abertas até 15 de Dezembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138601/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 5 de Janeiro de 2027
Fim: 31 de Maio de 2027
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Albufeira + Escola Secundária de Lagoa
Formador
Fernanda Maria Nobre Lamy Jerónimo
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do sucesso escolar. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao nível do currículo, assumindo um dos seus princípios orientadores: a afirmação da avaliação das aprendizagens como parte integrante da gestão do currículo enquanto instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens. Refere ainda o caráter formativo da avaliação pedagógica como um dos pilares da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Importa, pois, que os professores consolidem estas mudanças de modo contextualizado e que aprofundem competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens, nomeadamente, através de desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação. Deste modo, visa-se capacitar e apoiar os docentes para a construção dos recursos inovadores necessários e ajustados aos seus contextos educativos específicos, promovendo-se ainda a implementação e análise dos mesmos, tendo em vista o seu aperfeiçoamento ou reformulação.
Objetivos
- Contribuir para o desenvolvimento de competências e conhecimentos no domínio da avaliação, em geral, e da avaliação pedagógica, em particular, congruentes com o real conteúdo das orientações constantes nos documentos legais; - Promover práticas de trabalho colaborativo e cooperativo na construção e desenvolvimento de projetos de avaliação pedagógica em contexto de sala de aula; - Elaborar recursos educativos de suporte ao desenvolvimento dos projetos de avaliação pedagógica; - Permitir a troca de materiais e experiências, o esclarecimento de dúvidas e a geração de ideias e projetos de natureza pedagógica e didática; - Incrementar práticas de formação de natureza investigativa que confiram competências aos professores para lidar com a mudança e a inovação no âmbito da avaliação pedagógica.
Conteúdos
1. Enquadramento curricular: documentos de referência 3 horas; 2. Natureza e Fundamentos da Avaliação - 1 hora; 3. Avaliação formativa e avaliação sumativa - 4 horas; 4. Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores- 4 horas; 5.Aprendizagens Essenciais, Critérios de avaliação, Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards. - 4 horas; 6. Processos de recolha de informação - 4 horas; 7. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos e materiais desenvolvidos no âmbito da oficina - 5 horas.
Metodologias
Presencial: No âmbito das sessões presenciais, os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de projetos e de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo pretende-se que seja realizado em contexto real de aprendizagem com o desenvolvimento e a aplicação dos projetos pedagógicos e didáticos, assim como dos materiais elaborados numa lógica de investigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática.
Avaliação
De acordo com o RJFCP Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.
Bibliografia
Brookhardt, S. (2013). How to create rubrics for formative assessment and grading. ASCD: Alexandria, Virginia.Brookhardt, S. (2008). How to give effective feedback to your students. ASCD: Alexandria, Virginia.Fernandes, D. (2011). Articulação da aprendizagem, da avaliação e do ensino: Questões teóricas, práticas e metodológicas. J. M. DeKetele & M. P. Alves (Orgs.), Do currículo à avaliação, da avaliação ao currículo, pp. 131-142. Porto: Porto Editora. [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6988]Fernandes, D. (2004). Avaliação das aprendizagens: Uma agenda, muitos desafios. Cacém: Texto Editores [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/5509]
Observações
Vagas - 20
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-01-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 20-01-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 27-01-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 4 | 17-02-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 7 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. Açãonº 15-26/27 Inscrições abertas até 30 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121228/23
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 5 de Janeiro de 2027
Fim: 31 de Maio de 2027
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Albufeira (Albufeira Poente)
Formador
Sandra Sofia Filipe Vicente Ferreira Coelho
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Objetivos
1. Sensibilizar os formandos para a importância da Educação para a Saúde; 2. Criar condições para a mudança de comportamentos de forma sustentada e integrada; 3. Contribuir para a promoção da saúde mental na escola, assente em intervenções estruturadas de promoção de competências socioemocionais; 4. Posicionar a criança e o jovem como vetores centrais e veículos privilegiados na promoção da literacia em saúde e no desenvolvimento de competências em saúde; 5. Desenvolver estratégias para utilização e rentabilização do Referencial de Educação para a Saúde;
Conteúdos
1. Introdução 1.1 Educação para a Cidadania - Educação para a Saúde 1.2 Enquadramento dos Projetos PES no Projeto Educativo da Escola 1.3 A importância dos projetos PES no desenvolvimento de competências socioemocionais e na construção de uma escola promotora de saúde 2. Intervenção e aplicação prática do Referencial de Educação para a Saúde 2.1 Áreas temáticas e contextos de intervenção 2.2 Transversalidade na intervenção educativa 2.3 Integração curricular disciplinar 3. Referencial de Educação para a Saúde 3.1 Finalidade e objetivos 3.2 Organização 4. Áreas Temáticas: 4.1 Saúde Mental e Prevenção da Violência - Subtemas e Objetivos 4.2 Educação Alimentar - Subtemas e Objetivos 4.3 Atividade Física - Subtemas e Objetivos 4.4 Comportamentos Aditivos e Dependências – Subtemas e objetivos 4.5 Afetos e Educação para a Sexualidade – Subtemas e objetivos Aplicação das atividades em diversos contextos escolares.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-01-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 25-01-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 08-02-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 22-02-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 08-03-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 26-04-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 10-05-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 24-05-2027 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ação Disciplinar em Contexto Escolar: Procedimentos Disciplinares a Alunos. Da Participação Disciplinar à Decisão Final
Curso
25,0 horas
Presencial
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
A crescente complexidade das situações de indisciplina nas escolas exige que os docentes dominem não apenas estratégias pedagógicas de prevenção, mas também os procedimentos legais aplicáveis quando se torna necessária a intervenção disciplinar.
Embora a Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro (Estatuto do ...
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Ref. Açãonº 16-26/27 Inscrições abertas até 15 de Dezembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141639/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 6 de Janeiro de 2027
Fim: 15 de Fevereiro de 2027
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Albufeira (Albufeira Poente)
Formador
Miguel Nuno Freire de Vasconcelos Gusmão
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A crescente complexidade das situações de indisciplina nas escolas exige que os docentes dominem não apenas estratégias pedagógicas de prevenção, mas também os procedimentos legais aplicáveis quando se torna necessária a intervenção disciplinar. Embora a Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro (Estatuto do Aluno e Ética Escolar), estabeleça um quadro jurídico claro para a ação disciplinar, a experiência demonstra que subsistem dúvidas significativas quanto aos procedimentos a adotar, aos prazos legais, às competências dos diferentes órgãos, às garantias dos alunos e encarregados de educação e à correta instrução dos processos disciplinares. A prática tem igualmente evidenciado que muitos procedimentos acabam por apresentar fragilidades processuais suscetíveis de comprometer a validade das decisões disciplinares. Esta ação pretende responder a essa necessidade através de uma metodologia eminentemente prática, centrada na análise de situações reais ocorridas em contexto escolar, permitindo aos participantes simular todas as fases de um processo disciplinar, desde a participação inicial até à decisão final. Pretende-se que cada formando termine a ação com competências para participar disciplinarmente uma ocorrência, distinguir medidas corretivas de medidas sancionatórias, colaborar na instrução de processos disciplinares e compreender os fundamentos legais das decisões adotadas.
Objetivos
Objetivo Geral: Capacitar os docentes para aplicar corretamente o regime disciplinar previsto na Lei n.º 51/2012, assegurando procedimentos juridicamente sustentados, pedagogicamente adequados e respeitadores dos direitos dos alunos. Objetivos Específicos: Interpretar corretamente o Estatuto do Aluno e Ética Escolar; Distinguir medidas corretivas de medidas disciplinares sancionatórias; Identificar as competências dos diferentes intervenientes no procedimento disciplinar; Elaborar corretamente uma participação disciplinar; Identificar os pressupostos para instauração de processo disciplinar; Compreender todas as fases da instrução do processo; Realizar diligências instrutórias; Analisar prova documental e testemunhal; Elaborar propostas de decisão devidamente fundamentadas; Identificar os direitos de audiência e defesa dos alunos e encarregados de educação; Evitar nulidades e irregularidades procedimentais; Aplicar corretamente os princípios da proporcionalidade, adequação e finalidade educativa da medida disciplinar.
Conteúdos
O Estatuto do Aluno e a disciplina escolar Medidas corretivas e medidas disciplinares sancionatórias A participação disciplinar e a decisão de instaurar processo A instrução do processo disciplinar Audições, testemunhas e produção de prova A prova documental e digital. Apreciação da prova Relatório final e proposta de decisão Recursos, notificações e erros processuais Simulação integral de um processo disciplinar
Metodologias
Exposição dialogada para enquadramento legal e normativo. Estudos de caso baseados em situações reais da vida escolar. Trabalho de grupo para discussão de dilemas éticos e construção de soluções. Role-play/simulações de processos disciplinares. Debate orientado para reflexão final e partilha de boas práticas.
Avaliação
Processo de formação: 40 % Produto de formação: 45 % Reflexão Final Individual: 15 % Escala quantitativa de 1 a 10 valores, acompanhada de menção qualitativa (Insuficiente, Regular, Bom, Muito Bom e Excelente), tal como consta no Despacho n.º 4595/20215, de 6 de maio.
Bibliografia
Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro Estatuto do Aluno e Ética Escolar.Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro - Código do Procedimento AdministrativoEstanqueiro, A. (2019). Ética e Deontologia da Profissão Docente. Porto Editora.Lima, L. C. (2018). Organização e Gestão da Escola: perspetivas críticas. Porto: Edições Afrontamento.Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (Lei n.º 35/2014).
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-01-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 11-01-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 13-01-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 18-01-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 20-01-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 25-01-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 27-01-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 01-02-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 9 | 03-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 10 | 15-02-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Capacitação Digital de Docentes - Nível 3
Oficina
50,0 horas
Presencial
Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa ...
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Ref. Açãonº 06-26/27 Inscrições abertas até 31 de Dezembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122344/23
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 13 de Janeiro de 2027
Fim: 2 de Junho de 2027
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Albufeira (Albufeira Poente)
Formador
Mónica do Carmo Nascimento Aldeia
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 2053/2021, publicado a 24 de fevereiro, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente..
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf
Observações
Vagas - 20 (A distribuir pelos 07 Agrupamentos). Critérios orientadores de seleção (Não cumulativos): a) Docentes que frequentaram com aproveitamento a Oficina CDD nível 2; b) Docentes que frequentaram com aproveitamento um mínimo de 75 horas de formação nas áreas TIC. c) Docentes do Grupo 550.
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Autonomia, Flexibilidade e gestão curricular: Práticas
4 sessões na E. S. Albufeira (Alpoente) + 3 sessões na E. S. Lagoa (Espamol)
Curso
25,0 horas
Presencial
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Como nos referencia e indica o Decreto-lei 55/2018 de 5 de julho, o processo educativo deverá ser cada vez mais dinâmico, interativo, flexível e autónomo.
O ensino deve e tem de ser obrigatoriamente uma atividade de equipa, não mais compartimentos fechados sobre si mesmo quer no plano académico/ ...
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Ref. Açãon.º 01-26/27 Inscrições abertas até 31 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134549/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 3 de Março de 2027
Fim: 30 de Junho de 2027
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Albufeira + Escola Secundária de Lagoa
Formador
Fernanda Maria Nobre Lamy Jerónimo
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Como nos referencia e indica o Decreto-lei 55/2018 de 5 de julho, o processo educativo deverá ser cada vez mais dinâmico, interativo, flexível e autónomo. O ensino deve e tem de ser obrigatoriamente uma atividade de equipa, não mais compartimentos fechados sobre si mesmo quer no plano académico/ pedagógico quer na relação/ interação dos vários agentes/ elementos enquanto participantes ativos e sinergéticos. A troca de experiências, de fatores facilitadores do processo educativo, dos principais constrangimentos e contextos onde ocorre esse mesmo processo serão sempre uma mais valia para a reorganização/ visão interna do Professor e demais agentes educativos.
Objetivos
Conhecer o decreto lei nº 55/2018 relativamente aos seus objetivos, princípios orientadores e propostas Conhecer pressupostos e implicações decorrentes da gestão autónoma e flexível do currículo Identificar a interdisciplinaridade de forma mais autónoma Escrever para aprender Conhecer práticas de gestão curricular Conhecer projetos educativos no território nacional Conhecer um Projecto de leitura e pedagogia Conhecer/ implementar Práticas de gestão curricular e pedagogia
Conteúdos
Enquadramento conceptual 7h o Decreto Lei nº 55/ 2018 o A gestão autónoma o Descrição do percurso o Modalidades de trabalho o Análise das explicações do aluno o Casos concretos de escolas portuguesas 9h o Objetivos do projeto o Informação e comunicação o Pensamento crítico o Relacionamento interpessoal o Desenvolvimento pessoal e autonomia o Sensibilidade estética e artística Ensino Básico e Secundário 9h o A escola o Os quatro C da Educação na educação do século XXI o O projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular o O processo de mudança o Trabalho interdisciplinar o Construção de um plano de trabalho o Monitorização do plano de trabalho o Pertinência do plano e sua ligação às necessidades educativas da comunidade
Metodologias
Teórico/Práticas Consolidação de conhecimentos aplicados ao contexto de sala de aula de acordo com os vários contextos pedagógicos Práticas Elaborar planos de trabalho a partir de realidades e contextos existentes no território escolar presente e atual Metodologias Pró-ativas e sinergéticas através da troca de conhecimentos e experiências como mais valias e convergentes em termos de objetivos pedagógicos/ académicos/ desenvolvimento pessoal e escolar
Avaliação
Escala classificativa de 1 a 10 valores com arredondamento à décima e com os seguintes critérios aprovados pela Comissão Pedagógica: De 1 a 4,9 valores Insuficiente (zero créditos); de 5 a 6,4 valores Regular; de 6,5 a 7,9 valores Bom; de 8 a 8,9 valores Muito Bom; de 9 a 10 valores Excelente; (100% dos créditos previstos). 1. Pelos formandos: Resposta a um inquérito elaborado para o efeito, centrado em: Adequação dos objetivos estabelecidos Nível de adequação às necessidades formativas Pertinência da informação teórica Organização e dinamização Adequação dos espaços 2. Pelo formador: Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais; Produção e relatório final Critérios de Avaliação Participação nas propostas de trabalho das sessões (PPT), nomeadamente grupos de discussão e análise de textos e artigos em grupo 1 a 10 Reflexão Crítica Final (RCF) 1 a 10 (PPT) + (2 x RCF) Classificação = ----------------------------- 3
Bibliografia
MARTINS, Guilherme de Oliveira (coordenação). O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade ObrigatóriaLisboa, Ministério da Educação, 2017. NUNES, Simões Paulo: História da Cultura e das Artes 10Lisboa, Raiz Editora. PACHECO, J. Currículo: teoria e práxis. Porto. Porto Editora, 2ª edição, 2001PACHECO, J. Estudos curriculares.Porto Editora, 2005. PEREIRA, Maria GoretGorete; BRAZÃO, Paulo: A evolução curricular em Portugal: relações e tensões. In MENDONÇA, Alice (org): O futuro da Escola Pública.
Observações
Vagas - 20 (A distribuir pelos 07 Agrupamentos).
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